{"id":14146,"date":"2023-03-28T23:12:24","date_gmt":"2023-03-29T02:12:24","guid":{"rendered":"https:\/\/biologo.com.br\/bio\/?p=14146"},"modified":"2023-03-28T23:15:21","modified_gmt":"2023-03-29T02:15:21","slug":"novas-especies-no-mar-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/biologo.com.br\/bio\/novas-especies-no-mar-brasileiro\/","title":{"rendered":"Novas esp\u00e9cies no mar brasileiro"},"content":{"rendered":"\n<p><strong style=\"color: rgb(51, 102, 255); font-size: 14pt;\">Mar brasileiro<\/strong><span style=\"\"><span style=\"color: rgb(51, 102, 255); font-size: 14pt;\"><strong>:<\/strong><\/span><font color=\"#000000\"><span style=\"font-size: 14pt;\"> <\/span><\/font><\/span>expedi\u00e7\u00f5es a regi\u00f5es profundas do mar brasileiro revelam <strong>novos ambientes e esp\u00e9cies<\/strong>. Bi\u00f3logos e ocean\u00f3grafos descobrem colinas de recife no Esp\u00edrito Santo e novas esp\u00e9cies de peixes em S\u00e3o Paulo<span style=\"color: rgb(0, 0, 0); font-size: 14pt;\">.<\/span>  <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><span style=\"font-family: 'courier new', courier, monospace; color: #000000;\"><strong><span style=\"font-size: 24pt;\">Novas esp\u00e9cies<span style=\"font-size: 12pt;\"> no mar brasileiro<\/span><\/span><\/strong><\/span><\/h2>\n\n\n\n<p><span style=\"font-size: 8pt; color: #000000;\"><strong>28\/3\/2023<\/strong>&nbsp;::&nbsp; <strong>por <strong>Gilberto Stam<\/strong>t\/Revista Pesquisa Fapesp<\/strong><\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">Duas descobertas recentes mostram que o mar brasileiro, embora amea\u00e7ado pela polui\u00e7\u00e3o, pesca predat\u00f3ria, minera\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo, ainda tem muito a revelar.<\/p>\n\n\n\n<p>No topo de montanhas submarinas perto do Esp\u00edrito Santo, pesquisadores da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) e da Universidade Federal do Esp\u00edrito Santo (Ufes) encontraram um novo tipo de recife, formando montes salpicados de vermelho, laranja e amarelo a perder de vista,&nbsp;com alta concentra\u00e7\u00e3o de peixes grandes.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignright size-large is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/media1.giphy.com\/media\/IK0oq2SY0aCA0\/200w.gif?resize=156%2C156&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"156\" height=\"156\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><sub>Imagem meramente ilustrativa<\/sub><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Em S\u00e3o Paulo, numa regi\u00e3o profunda chamada talude continental, outro grupo do Instituto Oceanogr\u00e1fico da USP descobriu uma esp\u00e9cie rara de peixe, coletada a cerca de 800 metros (m) de profundidade, onde a luz praticamente n\u00e3o chega. A esp\u00e9cie foi batizada de\u00a0<em>Sciadonus alphacrucis<\/em>, em homenagem ao navio oceanogr\u00e1fico Alpha Crucis, e \u00e9 conhecida apenas por um casal coletado nessa expedi\u00e7\u00e3o. Os peixes eram cegos e, algo raro nesse grupo de animais, viv\u00edparos (a f\u00eamea gera os filhotes no \u00fatero).<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/biologo.com.br\/bio\/peixe-leao-nova-ameaca-a-biodiversidade\/\">Peixe-le\u00e3o, nova amea\u00e7a \u00e0 biodiversidade<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/biologo.com.br\/bio\/maiores-descobertas-de-especies-em-2022\/\">Maiores descobertas de esp\u00e9cies em 2022<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>\u201cAinda existe muito a descobrir, tanto em regi\u00f5es distantes como nas n\u00e3o t\u00e3o distantes do mar, o que aumenta a nossa responsabilidade com o uso que fazemos do oceano \u201d, assinala a ocean\u00f3grafa Beatrice Padovani Ferreira, da Universidade Federal de Pernambuco, que n\u00e3o participou das pesquisas.<\/p>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\"><strong>Rodolitos <\/strong><\/h6>\n\n\n\n<p>\u00c9 o caso do monte Davis, submerso no meio da cadeia montanhosa Vit\u00f3ria-Trindade, que se estende perpendicularmente por mil quil\u00f4metros (km) no litoral do Esp\u00edrito Santo. De acordo com estudos anteriores, o topo seria um extenso campo de rodolitos \u2013 aglomerados redondos formados por algas calc\u00e1rias. Mas foi l\u00e1 que, em setembro de 2011, o bi\u00f3logo Hudson Tercio Pinheiro, do Centro de Biologia Marinha (CEBIMar) da USP, teve uma surpresa ao mergulhar e observar com aten\u00e7\u00e3o o topo da montanha, a 70 m de profundidade.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/biologo.com.br\/bio\/corais-de-proveta\/\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"631\" height=\"351\" data-attachment-id=\"8847\" data-permalink=\"https:\/\/biologo.com.br\/bio\/corais-de-proveta\/corais-de-proveta-2\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Corais-de-proveta.jpg?fit=631%2C351&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"631,351\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Corais-de-proveta\" data-image-description=\"&lt;p&gt;Brasil usa tecnologia pioneira para criar banco de gametas e gerar corais de proveta&lt;\/p&gt;\n&lt;p&gt;Banco de gametas congelados deve garantir a sobreviv\u00eancia de esp\u00e9cies em caso de extin\u00e7\u00e3o; uma s\u00e9rie de artigos cient\u00edficos deve ser publicada em 2021 com as descobertas&lt;\/p&gt;\n\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Corais de proveta. foto: Enrico Marcovaldi&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Corais-de-proveta.jpg?fit=631%2C351&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Corais-de-proveta.jpg?resize=631%2C351&#038;ssl=1\" alt=\"Corais de proveta\" class=\"wp-image-8847\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Corais-de-proveta.jpg?w=631&amp;ssl=1 631w, https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Corais-de-proveta.jpg?resize=300%2C167&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 631px) 100vw, 631px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\"><a href=\"https:\/\/biologo.com.br\/bio\/corais-de-proveta\/\">Corais de proveta<\/a>.<sub> foto: Enrico Marcovaldi<\/sub><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O pesquisador se viu diante de um tipo inesperado de recife, formado por serras de at\u00e9 50 m crescendo a partir da base. Ao redor dos morros havia uma grande diversidade de peixes, com muitos tubar\u00f5es e outros grandes predadores, como o mero (<em>Epinephelus itajara<\/em>), com at\u00e9 1,5 m de comprimento, que se esconde entre os recifes.<\/p>\n\n\n\n<p>A \u00e1rea constitui um novo tipo de ambiente marinho, chamada de colinas coralinas, em raz\u00e3o das algas calc\u00e1rias que formam os recifes, e descreveu em artigo publicado em maio de 2022 na revista cient\u00edfica&nbsp;<a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00338-022-02269-0\"><em>Coral Reefs<\/em><\/a>. Outros recifes, como os costeiros, tamb\u00e9m costumam ser constru\u00eddos por corais, algas e briozo\u00e1rios, organismos marinhos de esqueleto calc\u00e1rio que vivem fixos ao fundo em \u00e1guas rasas.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Com a ajuda de pescadores<\/h4>\n\n\n\n<p>Ao comparar as colinas com ambientes semelhantes, os pesquisadores da USP e da Ufes verificaram que a quantidade de grandes peixes predadores era 45% maior do que em \u00e1reas marinhas protegidas no Caribe, no M\u00e9xico e em outros pontos do litoral brasileiro. Os tubar\u00f5es-lixa (<em>Ginglymostoma cirratum<\/em>), uma esp\u00e9cie amea\u00e7ada no pa\u00eds, eram 14 vezes mais numerosos nas colinas coralinas do que na ilha de Trindade, no final da cadeia, um dos poucos lugares da costa brasileira em que vivem em abund\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignright size-full is-resized\"><a href=\"https:\/\/biologo.com.br\/bio\/ecologia-profunda\/\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"7761\" data-permalink=\"https:\/\/biologo.com.br\/bio\/ecologia-profunda\/ecologia-profunda-2\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/ecologia-profunda.jpg?fit=631%2C351&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"631,351\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"ecologia-profunda\" data-image-description=\"&lt;p&gt;A ecologia profunda, tradu\u00e7\u00e3o direta do ingl\u00eas deep ecology, \u00e9 um conceito proposto pelo fil\u00f3sofo e ecologista noruegu\u00eas Arne N\u00e6ss em 1973, que v\u00ea a humanidade como mais um fio na &amp;#8220;teia da vida&amp;#8221; (web of life).&lt;br \/&gt;\nSegundo esse conceito, cada elemento da natureza, inclusive a humanidade, deve ser preservado e respeitado para garantir o equil\u00edbrio do sistema da biosfera. O termo foi criado para contrapor o conceito, tamb\u00e9m formulado por N\u00e6ss, de \u201cecologia rasa\u201d ou \u201cecologia superficial\u201d, segundo ele o paradigma dominante sobre o uso dos recursos naturais, no qual humanos s\u00e3o o centro de tudo e a natureza constitui algo a ser explorado. Varakorn Kuldilok \/ CC BY-SA (https:\/\/creativecommons.org\/licenses\/by-sa\/3.0)&lt;\/p&gt;\n\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Ecologia profunda: O ambiente da vida como um todo deve ser respeitado. Varakorn Kuldilok&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/ecologia-profunda.jpg?fit=631%2C351&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/ecologia-profunda.jpg?resize=153%2C85&#038;ssl=1\" alt=\"Ecologia Profunda\" class=\"wp-image-7761\" width=\"153\" height=\"85\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/ecologia-profunda.jpg?w=631&amp;ssl=1 631w, https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/ecologia-profunda.jpg?resize=300%2C167&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 153px) 100vw, 153px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\"><a href=\"https:\/\/biologo.com.br\/bio\/ecologia-profunda\/\">Ecologia profunda<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>\u201cAl\u00e9m do isolamento geogr\u00e1fico, que favorece a forma\u00e7\u00e3o de novas esp\u00e9cies, a riqueza biol\u00f3gica nesses corais resulta da abund\u00e2ncia de nutrientes trazidos pelas correntes marinhas profundas, que sobem quando encontram a base das montanhas, nas profundezas, a quase 4 mil metros de profundidade\u201d, diz Pinheiro. Para ele e outros pesquisadores, a correnteza, ao bater nos recifes, forma redemoinhos que aprisionam o pl\u00e2ncton, organismos microsc\u00f3picos suspensos na \u00e1gua que servem de alimento para pequenos peixes, dos quais os maiores se alimentam.<\/p>\n\n\n\n<p>Os pesquisadores descobriram as colinas conversando com seus antigos vizinhos pescadores em Vit\u00f3ria, que indicaram os melhores lugares para mergulhar e ver muitos peixes.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\">Colinas coralinas<\/h5>\n\n\n\n<p>Depois de observar colinas coralinas em quatro montanhas submersas, em 2018 Pinheiro voltou com uma equipe maior para coletar mais dados no monte Davis, onde encontraram as maiores colinas coralinas. Apesar das descobertas, os pesquisadores chamaram a aten\u00e7\u00e3o para a fragilidade desse ambiente desconhecido. De 2009 a 2011,<a href=\"https:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/fertilizante-marinho\/\">\u00a0uma empresa de minera\u00e7\u00e3o danificou parte do ambiente para extrair calc\u00e1rio<\/a>, usado como fertilizante. A atividade representa uma das amea\u00e7as a esses montes submarinos, juntamente com a pesca ilegal.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Novas-especies-no-mar-brasileiro.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"450\" data-attachment-id=\"14149\" data-permalink=\"https:\/\/biologo.com.br\/bio\/novas-especies-no-mar-brasileiro\/novas-especies-no-mar-brasileiro-2\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Novas-especies-no-mar-brasileiro.jpg?fit=1201%2C676&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1201,676\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Novas esp\u00e9cies no mar brasileiro\" data-image-description=\"&lt;p&gt;Novas esp\u00e9cies no mar brasileiro. Recife do coral Lophelia pertusa&lt;\/p&gt;\n\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Novas-especies-no-mar-brasileiro.jpg?fit=800%2C450&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Novas-especies-no-mar-brasileiro.jpg?resize=800%2C450&#038;ssl=1\" alt=\"Novas esp\u00e9cies no mar brasileiro\" class=\"wp-image-14149\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Novas-especies-no-mar-brasileiro.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Novas-especies-no-mar-brasileiro.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Novas-especies-no-mar-brasileiro.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Novas-especies-no-mar-brasileiro.jpg?w=1201&amp;ssl=1 1201w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p>As paredes e a base dessas montanhas oce\u00e2nicas, que o bi\u00f3logo pretende visitar assim que poss\u00edvel, formam um ambiente frio, escuro, praticamente inexplorado e possivelmente com novas esp\u00e9cies de organismos marinhos. Pinheiro j\u00e1 fez esse tipo de mergulho profundo nos arquip\u00e9lagos de Fernando de Noronha e de S\u00e3o Pedro e S\u00e3o Paulo, descendo a 120 m e encontrando&nbsp;<a href=\"https:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/nova-especie-de-peixe-colorido-surpreende-pesquisadores\/\">esp\u00e9cies novas de peixes<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO fato de que n\u00e3o conhec\u00edamos as colinas coralinas, que ficam em \u00e1guas rasas e de f\u00e1cil acesso, refor\u00e7a que conhecemos pouco sobre nosso mar\u201d, diz o bi\u00f3logo Rodrigo Le\u00e3o de Moura, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que n\u00e3o participou da pesquisa. Ele cita outros exemplos: os recifes de Abrolhos s\u00f3 foram mapeados agora, 40 anos depois da cria\u00e7\u00e3o do parque; e at\u00e9 2012 n\u00e3o se conhecia o<a href=\"https:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/as-rochas-vivas-de-abrolhos\/\">&nbsp;gigantesco banco de rodolitos<\/a>&nbsp;com dezenas de milhares de km<sup>2<\/sup>&nbsp;entre a Bahia e o Esp\u00edrito Santo. Em 2019, foi descoberto e mapeado o recife de coral mais ao sul em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>Nova esp\u00e9cie de mar profundo<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p>Em setembro de 2019, durante uma viagem com o Alpha Crucis para coleta de peixes at\u00e9 1,5 mil m de profundidade, os pesquisadores coletaram dois exemplares de um raro grupo de peixes, conhecidos como br\u00f3tula-viv\u00edpara. Batizada de\u00a0<em>Sciadonus \u00a0alphacrucis<\/em>, a esp\u00e9cie tem corpo alongado como uma enguia, nadadeiras pequenas, olhos reduzidos e corpo transl\u00facido e sem pigmenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Era um casal: o macho tinha cerca de 6 cm e a f\u00eamea, com 8 cm, estava gr\u00e1vida. \u201cNesse grupo de peixes, a f\u00eamea ret\u00e9m os embri\u00f5es no \u00fatero, onde eles se desenvolvem e s\u00e3o liberados j\u00e1 formados durante o parto\u201d, conta o bi\u00f3logo da USP Marcelo Roberto de Melo, coordenador da expedi\u00e7\u00e3o e principal autor de um artigo que detalha a descoberta, publicado em dezembro de 2021 na revista\u00a0<a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.dsr.2021.103684\"><em>Deep Sea Research Part I<\/em><\/a>. \u201cDava para ver atrav\u00e9s da pele semitransparente da f\u00eamea o \u00fatero cheio de embri\u00f5es, com grandes olhos pretos, que regridem durante o desenvolvimento e s\u00e3o praticamente indistingu\u00edveis nos adultos.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Essa estrat\u00e9gia reprodutiva, chamada de viviparidade lecitotr\u00f3fica, apesar de rara, \u00e9 encontrada em pequenos peixes conhecidos como guaru, lebiste ou guppy (<em>Poecilia<\/em>\u00a0ssp.), al\u00e9m de algumas esp\u00e9cies de tubar\u00f5es e raias. \u201cA viviparidade \u00e9 uma forma de economizar recursos, em um ambiente com pouco alimento devido \u00e0 falta de luz e de fotoss\u00edntese\u201d, explica o bi\u00f3logo Naercio Aquino Menezes, do Museu de Zoologia da USP, que n\u00e3o participou do trabalho. Os peixes ov\u00edparos produzem grande quantidade de \u00f3vulos, que s\u00e3o fecundados pelos espermatozoides produzidos pelos machos, mas uma grande quantidade \u00e9 levada pela correnteza. A fecunda\u00e7\u00e3o interna permite um aproveitamento mais eficiente dos gametas.<\/p>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\"><em><strong>Sciadonus\u00a0<\/strong><\/em><\/h6>\n\n\n\n<p>O g\u00eanero&nbsp;<em>Sciadonus&nbsp;<\/em>tem cinco esp\u00e9cies de \u00e1guas profundas dos oceanos Atl\u00e2ntico e Pac\u00edfico, algumas vivendo a 7 mil m de profundidade. \u201cEsse \u00e9 o primeiro registro do g\u00eanero no Atl\u00e2ntico Sul\u201d, diz Menezes. Na mesma fam\u00edlia Bhythitidae, o g\u00eanero&nbsp;<em>Aphyonus&nbsp;<\/em>inclui as esp\u00e9cies de vertebrados que vivem em&nbsp;\u00e1guas mais profundas, de at\u00e9 5.300 m.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/ROV-by-Cristian-Dimitrius.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"631\" height=\"351\" data-attachment-id=\"8471\" data-permalink=\"https:\/\/biologo.com.br\/bio\/novas-especies-de-peixe-em-noronha\/rov-by-cristian-dimitrius\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/ROV-by-Cristian-Dimitrius.jpg?fit=631%2C351&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"631,351\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"ROV-by-Cristian-Dimitrius\" data-image-description=\"&lt;p&gt;Expedi\u00e7\u00e3o cient\u00edfica descobre quatro novas esp\u00e9cies de peixe em Fernando de Noronha. ROV (by Cristian Dimitrius)&lt;\/p&gt;\n\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;ROV (by Cristian Dimitrius)&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/ROV-by-Cristian-Dimitrius.jpg?fit=631%2C351&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/ROV-by-Cristian-Dimitrius.jpg?resize=631%2C351&#038;ssl=1\" alt=\"ROV - Expedi\u00e7\u00e3o cient\u00edfica descobre quatro novas esp\u00e9cies de peixe em Fernando de Noronha\" class=\"wp-image-8471\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/ROV-by-Cristian-Dimitrius.jpg?w=631&amp;ssl=1 631w, https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/ROV-by-Cristian-Dimitrius.jpg?resize=300%2C167&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 631px) 100vw, 631px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">ROV (by Cristian Dimitrius)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>\u201cAssim como os olhos de peixes de cavernas terrestres, os de&nbsp;<em>S. alphacrucis&nbsp;<\/em>s\u00e3o pequenos e despigmentados. Esses animais se orientam detectando a vibra\u00e7\u00e3o da \u00e1gua por meio de \u00f3rg\u00e3os do corpo e da cabe\u00e7a chamados linha lateral, que nessas esp\u00e9cies \u00e9 mais especializada e superficial, ajudando a detectar melhor o ambiente\u201d, conta Melo. \u201cA descoberta dessa nova esp\u00e9cie nos ajuda a compreender alguns mecanismos de evolu\u00e7\u00e3o no oceano profundo que s\u00e3o convergentes com outros ecossistemas onde a luz solar tamb\u00e9m n\u00e3o consegue penetrar.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Para Menezes, esses peixes \u201cs\u00e3o a perfeita ilustra\u00e7\u00e3o de como esp\u00e9cies distantes podem desenvolver adapta\u00e7\u00f5es semelhantes que favorecem a sobreviv\u00eancia em ambientes sem luz\u201d. Na biologia, esse tipo de fen\u00f4meno \u00e9 conhecido como converg\u00eancia evolutiva.<\/p>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">Estrat\u00e9gia reprodutiva curiosa <\/h6>\n\n\n\n<p>\u201c\u00c9 prov\u00e1vel que os machos dessa esp\u00e9cie usem alguma subst\u00e2ncia que atrai a f\u00eamea na \u00e9poca da reprodu\u00e7\u00e3o\u201d, sup\u00f5e ele, que estudou peixes de \u00e1gua doce, nos quais o macho produz ferom\u00f4nios. A seu ver, na escurid\u00e3o quase completa, a comunica\u00e7\u00e3o qu\u00edmica \u00e9 a forma mais prov\u00e1vel de viabilizar a c\u00f3pula desses peixes pequenos e cegos.<\/p>\n\n\n\n<p>Um exemplo de estrat\u00e9gia reprodutiva curiosa em animais sem vis\u00e3o acontece nos<a href=\"https:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/seres-das-profundezas-2\/\">&nbsp;vermes do g\u00eanero&nbsp;<em>Osedax,<\/em>&nbsp;filmados por um submarino de outra equipe do Instituto Oceanogr\u00e1fico da USP em 2014<\/a>, a mais de 4 mil m de profundidade, do litoral do Esp\u00edrito Santo ao Rio Grande do Sul. As f\u00eameas de&nbsp;<em>Osedax<\/em>, de comprimento entre 4 cm e 5 cm e corpo vermelho, se alimentam de ossos de carca\u00e7as e vivem com dezenas de min\u00fasculos machos, de poucos mil\u00edmetros, grudados no corpo.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o dos pesquisadores a grande quantidade de lixo trazido pelas redes com os peixes de grandes profundidades. \u201cApesar de ser uma regi\u00e3o praticamente inacess\u00edvel, encontramos latas met\u00e1licas de comida, bebida e aditivos de \u00f3leo de navio, sacolas, embalagens e at\u00e9 brinquedos de pl\u00e1stico, placas de tinta catalisada e blocos de concreto\u201d, descreve Melo. \u201cEsse material pode ter sido despejado por barcos, navios ou plataformas de petr\u00f3leo que utilizam a regi\u00e3o ou transportado por correntes marinhas a partir de regi\u00f5es mais rasas.\u201d<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/media1.giphy.com\/media\/AEA0lccegg9U8RmLSQ\/giphy.gif?w=800&#038;ssl=1\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>Extens\u00e3o da plataforma continental<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p>Conhecer o ambiente marinho poderia ajudar n\u00e3o s\u00f3 a criar \u00e1reas de manejo e conserva\u00e7\u00e3o ambiental, mas tamb\u00e9m a garantir a soberania brasileira sobre determinadas \u00e1reas. A Conven\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM) estabelece o limite de 200 milhas (cerca de 320 km) a partir da linha de costa como zona econ\u00f4mica exclusiva do pa\u00eds. Quando a plataforma continental \u00e9 mais extensa ou existem ilhas ou cadeias de montanhas, os pa\u00edses podem obter uma extens\u00e3o jur\u00eddica da plataforma continental, garantindo a exclusividade no uso do solo e do subsolo marinho.<\/p>\n\n\n\n<p>Por essa raz\u00e3o, o Brasil pleiteia junto \u00e0 Comiss\u00e3o de Limites da Plataforma Continental (CLPC) da CNUDM que\u00a0a regi\u00e3o pr\u00f3xima \u00e0 cadeia de Vit\u00f3ria-Trindade seja considerada uma extens\u00e3o da plataforma continental. Um dos crit\u00e9rios para aprova\u00e7\u00e3o \u00e9 que haja conhecimento sobre a geologia, a biodiversidade e a ecologia da regi\u00e3o. \u201cPa\u00edses com mais estudos cient\u00edficos t\u00eam mais condi\u00e7\u00f5es de preservar os ambientes, avaliar os impactos da explora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e, dessa forma, sustentar seus pleitos diante dos demais membros da CNUDM\u201d, comenta Moura.<\/p>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\"><strong>Artigos cient\u00edficos<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<p><sub>GUABIROBA, H. C.\u00a0<em>et al<\/em>.<a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00338-022-02269-0\">\u00a0Coralline Hills: High complexity reef habitats on seamount summits of the Vit\u00f3ria-Trindade chain<\/a>.<strong>\u00a0Coral Reefs.\u00a0<\/strong>v. 41, p. 1075-86. ago. 2022.<br>MELO, M. R. S.\u00a0<em>et al<\/em>.<a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.dsr.2021.103684\">\u00a0A new species of the rare deep-sea genus\u00a0<em>Sciadonus\u00a0<\/em>Garman, 1899 (Teleostei, Bythitidae) from off Brazil, with a discussion of the evolution of troglomorphism and miniaturization in the aphyonid clade<\/a>.\u00a0<strong>Deep Sea Research Part I: Oceanographic Research Papers.\u00a0<\/strong>v. 180, 103684. fev. 2022.<\/sub><\/p>\n\n\n\n<p><sub><strong>Fonte:<\/strong><a href=\"https:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/morcegos-usam-redes-de-cavernas\/\"> <\/a><a href=\"https:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/expedicoes-a-regioes-profundas-do-mar-brasileiro-revelam-novos-ambientes-e-especies\/\">Morcegos usam redes de cavernas<\/a>\/<a href=\"https:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Revista Fapesp<\/a>\u00a0 <a href=\"https:\/\/creativecommons.org\/licenses\/by-nc-nd\/4.0\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CC BY-ND 4.0<\/a><\/sub><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter\"><a href=\"https:\/\/biologo.com.br\/bio\/apoie-o-biologo\/\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"174\" height=\"147\" data-attachment-id=\"11979\" data-permalink=\"https:\/\/biologo.com.br\/bio\/caracal-um-mestre-da-sobrevivencia\/apoiepeq\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/apoiepeq.jpg?fit=174%2C147&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"174,147\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"apoiepeq\" data-image-description=\"&lt;p&gt;Apoie o Bi\u00f3logo&lt;\/p&gt;\n\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/apoiepeq.jpg?fit=174%2C147&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/biologo.com.br\/bio\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/apoiepeq.jpg?resize=174%2C147&#038;ssl=1\" alt=\"Apoie o Bi\u00f3logo\" class=\"wp-image-11979\" title=\"Apoie o Bi\u00f3logo\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><span style=\"color: #003300;\"><a style=\"color: #003300;\" href=\"https:\/\/biologo.com.br\/bio\/apoie-o-biologo\/\"><strong>apoie o Bi\u00f3logo<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">.  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mar brasileiro: expedi\u00e7\u00f5es a regi\u00f5es profundas do mar brasileiro revelam novos ambientes e esp\u00e9cies. 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