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A biologia do amor

Biologia do amor: tão celebrado em poesias e nas artes, o amor pode ser compreendido pela ciência. Entre hormônios, feromônios e circuitos cerebrais, revelam-se conexões invisíveis que unem os seres humanos e outros animais.

A biologia do amor: hormônios, feromônios e conexões invisíveis

28/8/2025 ::  Marco Pozzana, biólogo

Uma análise científica das paixões humanas — com pitadas de neurobiologia e evolução

“O amor é uma das experiências humanas mais estudadas — e ainda assim uma das menos compreendidas.”
Love and the Brain, Harvard Medical School

Hormônios e o circuito cerebral do amor

“A dopamina, a ocitocina e a vasopressina são os principais neurotransmissores que sustentam o amor e o apego.”
Larry Young, neurocientista

Feromônios e sinais invisíveis

“O que guia o fluxo do viver individual são as emoções — e na constituição evolutiva também. É o emocionar que se conserva de uma geração a outra.”Maturana e a Autopoiese

“A ocitocina é o hormônio do vínculo — ela transforma o toque em confiança e o afeto em apego.”
Paul Zak, neuroeconomista

Evolução, cultura e a experiência humana do amor

Fontes e referências:

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