Impacto do Lixo nos recifes de coral no Brasil

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Lixo nos recifes de coral: os oceanos sofrem cada vez mais com a poluição plástica. Para enfrentar esse desafio, comunidades, cientistas e voluntários se unem em torno de ações coletivas que buscam restaurar o equilíbrio. Nesse espírito, o Projeto Coral Vivo participa do World Cleanup Day 2025, promovendo mutirões de limpeza em quatro estados brasileiros.

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Impacto do Lixo nos recifes de coral no Brasil

3/9/2025 ::  Marco Pozzana, biólogo

Impacto do Lixo nos recifes de coral no Brasil

“Se continuarmos nesse ritmo, até 2050 haverá mais plástico do que peixes nos oceanos.”Ellen MacArthur, velejadora e fundadora da Ellen MacArthur Foundation.

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As tartarugas marinhas estão entre as vítimas mais emblemáticas da poluição plástica nos oceanos.
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Muito mais que um ato simbólico: ação com base na ciência

“Cada mutirão é um instrumento de transformação cultural, um laboratório de ciência cidadã e um espaço de educação ativa. Mais que recolher resíduos, buscamos despertar uma consciência coletiva sobre a crise do lixo no mar.”
Flavia Guebert, diretora do Coral Vivo

Microplásticos em toda parte
Microplásticos em toda parte. Poluição no oceano

“Cada pedaço de plástico retirado do mar é uma chance a mais para a vida marinha prosperar.”
Fabien Cousteau, explorador oceânico.

Fontes e referências:
  • Gibert, J., & Deharveng, L. (2002). Subterranean ecosystems: a truncated functional biodiversity. BioScience, 52(6), 473–481.
  • Hüppop, K. (2012). Adaptation to low food. In White, W. B. & Culver, D. C. (eds.) Encyclopedia of Caves. Academic Press, pp. 1–10.
  • Jamieson, A. J. (2015). The hadal zone: life in the deepest oceans. Cambridge University Press.
  • Martins, Z., et al. (2017). Earth analogues for habitability and life detection on extraterrestrial bodies. Space Science Reviews, 209, 43–81.
  • Protas, M. E., & Jeffery, W. R. (2012). Evolution and development in cave animals: from fish to crustaceans. Wiley Interdisciplinary Reviews: Developmental Biology, 1(6), 823–845.
  • Smith, C. R., et al. (2008). Abyssal food limitation, ecosystem structure and climate change. Trends in Ecology & Evolution, 23(9), 518–528.
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