Gregor Mendel
Gregor Johann Mendel (1822 – 1884) Suas descobertas, à frente de seu tempo, transformariam para sempre o rumo da ciência. A partir delas, surgiria um novo e promissor campo da biologia: a genética.
No entanto, embora geniais, seus experimentos não foram compreendidos por seus contemporâneos. Por isso, caíram no esquecimento e precisaram ser redescobertos décadas depois. Hoje, contudo, seu legado é universalmente reconhecido. Gregor Mendel passou à história como o “Pai da Genética”.

Gregor Mendel
As descobertas de Mendel, apesar de muito importantes, permaneceram praticamente ignoradas até o início do século XX, sendo publicadas somente no início do século XX, anos após sua morte.

Foram “redescobertas” por um grupo de cientistas, um alemão – K. Correns, um austríaco – Tschermak, e outro neerlandês – H. de Vries. Sua teoria foi essencial para a síntese evolutiva moderna.
Durante sua vida, Mendel publicou dois grandes trabalhos agora clássicos: “Ensaios com plantas híbridas”, com menos de trinta páginas impressas, e “Hierácias obtidas pela fecundação artificial”.
Em 1865, formula e apresenta em dois encontros da Sociedade de História Natural de Brno as leis da hereditariedade, hoje chamadas Leis de Mendel, que regem a transmissão dos caracteres hereditários. Após 1868, as tarefas administrativas mantiveram-no tão ocupado que não pôde dar continuidade às suas pesquisas, vivendo o resto da sua vida em relativa obscuridade.

Biografia resumida
Mendel nasceu em Vražni, região de Opava, na região da Morávia-Silésia, que então pertencia ao Império Austríaco.
Foi batizado a 22 de julho e pertencia a uma família de humildes camponeses. Na sua infância revelou-se muito inteligente; em casa costumava observar e estudar as plantas. Sendo um brilhante estudante a sua família encorajou-o a seguir estudos superiores, e, aos 21 anos, a entrar num mosteiro da Ordem de Santo Agostinho em 1843 (atual mosteiro de Brno, hoje na República Checa) pois não tinham dinheiro para suportar o custo dos estudos. Obedecendo ao costume ao tornar-se monge, optou um outro nome: “Gregor”. Então Mendel tinha a seu cargo a supervisão dos jardins do mosteiro.
Estudou ainda, durante dois anos, no Instituto de Filosofia de Olmütz (hoje Olomouc, República Checa) e na Universidade de Viena (1851-1853).
Legado: Mendel
Mas Mendel não só se interessou nas plantas, ele também era meteorologista e estudou as teorias da evolução. Ao longo da sua vida foi membro, diretor e fundador de muitas sociedades locais: diretor do Banco da Morávia, foi fundador da Associação Meteorológica austríaca, membro da Real e Imperial Sociedade da Morávia e Silésia para melhor agricultura, entre outras.

Morreu no dia 6 de Janeiro de 1884, em Brno, no antigo Império Austro-Húngaro hoje República Checa de uma doença renal crônica; um homem à frente do seu tempo, mas ignorado durante toda a sua vida.
Desde 1843 a 1854 tornou-se professor de ciências naturais na Escola Superior de Brno, dedicando-se ao estudo do cruzamento de muitas espécies: feijões, chicória, bocas-de-dragão, plantas frutíferas, abelhas, camundongos e principalmente ervilhas cultivadas na horta do mosteiro onde vivia analisando os resultados matematicamente, durante cerca de sete anos.
Gregor Mendel, “o pai da genética”, como é conhecido, foi inspirado tanto pelos professores como pelos colegas do mosteiro que o pressionaram a estudar a variação do aspecto das plantas. Propôs que a existência de características (tais como a cor) das flores é devida à existência de um par de unidades elementares de hereditariedade, agora conhecidas como genes.
Fontes e referências :
- Vidali, M. (2001). Bioremediation. An overview. Pure and Applied Chemistry, 73(7), 1163–1172.
- Gadd, G.M. (2010). Metals, minerals and microbes: geomicrobiology and bioremediation. Microbiology, 156(3), 609–643.
- Cases, I., & de Lorenzo, V. (2005). Genetically modified organisms for the environment: stories of success and failure and what we have learned from them. International Microbiology, 8(3), 213–222.
- Yakimov, M.M., Timmis, K.N., & Golyshin, P.N. (2007). Obligate oil-degrading marine bacteria. Current Opinion in Biotechnology, 18(3), 257–266.

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